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quinta-feira, 18 de março de 2010

Entenda a Emenda Ibsen e Abaixo assinado pelo Rio - Comentem!

Boa Noite Amigos Leitores,

O Tecnopeg, como blog de orientação na área de Petróleo e Gás não poderia ficar omisso à essa questão da Emenda Ibsen que têm se comentado a respeito. Todos a connhecem como a emenda que está tirando dinheiro do Rio, mas será que é só isso? O que exatamente ela propõe afinal ? O Objetivo desta noite é esclarecer um pouco mais a respeito desse assunto.

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As empresas mais admiradas do mundo - Indústria do Petróleo

Todos conhecem a Revista Fortune pelas suas glamurosas listas de "Melhores do Mundo": Pessoa mais rica do mundo, Melhores Empresas para se Trabalhar, e etc. E essa semana ela fez uma interessante lista que gostaria de divulgar para vocês: a de Empresas mais Admiradas do Mundo. A lista é composta de 50 empresas, no qual o "pódio" foi formado por: Apple (1), Google (2) e Berkshire Hathaway (3). Para ver a lista completa, clique aqui.

Mas como nosso foco aqui é Indústria do Petróleo, Engenharia e Energia, nas próximas linhas você verá um levantamento feito com o posicionamento das empresas desses setores.

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Protesto dos Royalties ou Micareta dos Royalties ?

Bom dia Amigos do Tecnopeg,

Todos vocês devem ser visto nos noticiários que ontem às 16 horas ia ter a passeata em protesto contra a má divisão dos Royalties. Infelizmente a chuva atrapalhou, mas mesmo assim muitos compareceram e marcaram sua presença. Porém, gostaria de deixar meu comentário pessoal a respeito deste evento.

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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Marco Regulatório e o Pré-Sal



Visite também:

PETRÓLEO VAGAS, onde sua vaga na Indústria de Petróleo está esperando por você.
www.petroleovagas.com

PETRÓLEO E GÁS NETWORKING, a Rede Social do Estudante e Profissional da Indústria do Petróleo
www.petroleonet.ning.com

"Tudo posso naquele que me fortalece" (Filipense 4:13)

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Estatísticas sobre o Mercado de Petróleo e Gás

Quem é que nunca precisou fazer um Trabalho de Faculdade ou algum relatório para o Chefe e não sabia onde encontrar dados sobre o Mercado de Petróleo?

Por isso o Tecnopeg buscando atender suas necessidades trouxe mais um recurso que temos na web mais que muitos nem conhecem. O site do IBP, Instituto Brasileiro de Petróleo, tem uma categoria Biblioteca , na Sub Categoria MONITOR, onde Mensalmente saiu um Relatório sobre o setor. Vale a pena dar uma conferida!




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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Brasil poderá ser 6º maior produtor de petróleo em 2030

BBC - 11/11/2009

Ciclo do ouro negro


Um relatório anual da AIE (Agência Internacional de Energia) prevê que, graças às descobertas das novas reservas de petróleo na camada pré-sal, o Brasil passará a ser o sexto maior produtor mundial de petróleo em 2030, com 3,4 milhões de barris diários - atrás apenas de Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Irã e Canadá.

Segundo o relatório World Energy Outlook 2009 ("Panorama da Energia Mundial", em tradução livre), o país é o terceiro com o maior aumento percentual previsto na produção de petróleo, de 2,9% ao ano, entre 2008 e 2030.

O aumento da produção ficaria apenas atrás do aumento anual de 4,8% esperado para o Iraque, graças principalmente aos investimentos para a exploração das reservas já existentes, e dos 5,4% de aumento anual previstos para a produção canadense.

O mais recente levantamento The World Factbook, compilado pela CIA (a agência de inteligência americana), indica que o Brasil ocupa atualmente a 13ª posição no ranking mundial de produtores, com produção diária de cerca de 2,4 milhões de barris.
Queda no consumo de petróleo

A AIE espera um aumento anual de cerca de 1% na demanda global por petróleo até 2030, apesar de uma queda na demanda entre os países desenvolvidos.

De acordo com o relatório da organização, o consumo global de energia deve cair pela primeira vez em 2009 desde 1981, por conta da crise econômica global.

Mas a agência diz que, mantidas as atuais políticas de desenvolvimento, o consumo retomará rapidamente sua tendência de alta no longo prazo, acompanhando a recuperação econômica.

O relatório prevê um aumento anual de 1,5% no consumo de energia mundial entre 2007 e 2030, totalizando um aumento total de 40% no período.

Os principais motores desse crescimento da demanda, segundo a AIE, seriam os países da Ásia (incluindo a China e a Índia), seguidos dos países do Oriente Médio.

Apesar do crescimento da produção de energias alternativas mais limpas, a AIE prevê que o petróleo continuará como a principal fonte de energia mundial até 2030 - a participação do petróleo deverá cair apenas de 34% para 30% no consumo total de energia.

10,5 trilhões pelo meio ambiente

O relatório da AIE faz ainda um alerta sobre como o mundo deverá enfrentar as mudanças climáticas.

De acordo com a agência, o mundo precisará investir US$ 10,5 trilhões no setor de energia entre 2010 e 2030 para atingir o objetivo de limitar as emissões globais de gases do efeito estufa e impedir um aumento das temperaturas mundiais em mais de 2ºC.

O relatório adverte que cada ano de atraso na obtenção de um acordo para limitar as emissões somaria US$ 500 bilhões no custo total desses investimentos.

Ainda assim, diz a agência, se esse atraso for de alguns anos, ficará impossível cumprir a meta de limitar o aumento das temperaturas globais em 2ºC.

No mês que vem, líderes de todo o mundo devem se reunir numa conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas em Copenhague, na Dinamarca, para tentar chegar a um acordo para limitar as emissões.

Freando o aquecimento

Há um consenso cada vez maior entre os países de que é necessário limitar o aumento das temperaturas globais em até 2ºC, acima do qual as mudanças climáticas podem se tornar imprevisíveis e irreversíveis. Mas ainda há grandes divergências sobre qual a maneira de se conseguir esse objetivo.

Para a AIE, "a cada ano que passe, a janela para ações sobre as emissões se torna mais estreita, e os custos de transformar o setor de energia aumentam".

"Um ingrediente crítico no sucesso dos esforços para prevenir as mudanças climáticas será a velocidade com que os governos ajam nos seus compromissos. A salvação do planeta não pode esperar", afirma a agência em seu relatório.

Segundo a AIE, se nada for feito para limitar as emissões e o aumento das temperaturas mundiais em 2ºC, os custos de adaptação do mundo aos efeitos do aquecimento global serão "várias vezes maiores" do que os custos dos investimentos para limitar as emissões.

"Os países que estarão na Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas não devem perder isso de vista", recomenda o documento.


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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Vídeo para Reflexão - A história das Coisas

Boa Noite Amigos Leitores,

O Tecnopeg como mais que um blog de conteúdo, e sim um blog de conhecimento e preocupado com o desenvolvimento tanto pessoal e profissional do nosso leitor, trago hoje um vídeo muito interessante! Peço a vocês 20 minutos da atenção para que vejam esse excelente vídeo. É um vídeo nos alertando sobre o perigo que a sociedade do consumo nos impoe e as graves consequencias para o planeta terra, mostrando fatos e dados ALARMANTES!!! E conclui com um convite para pregarmos um mundo mais Sustentável e Verde. Eu já estou fazendo a minha parte conscientizando aqueles que estão a minha volta. E você? Divulgue para aqueles que estão a sua volta, isso mostra que você se preocupa com um mundo melhor. Cada um fazendo a sua parte, com certeza teremos um mundo melhor. Abaixo segue o vídeo.Para baixar, é só clicar neste link: http://www.sununga.com.br/HDC/index.php?topico=download




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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Captura e Armazenamento de CO2 no Oceano

Hoje o Aquecimento Global é preocupação de toda empresa, e já não existe mais aquela história que o crescimento sustentável não combina com o lucro do empresário, no qual nao é possível crescer sendo ecologicamente correto. Essa idéia vem acabando e o desenvolvimento sustentável tem sido o objetivo de toda empresa que se preocupa com sua imagem e com o meio ambiente.

Em busca desse objetivo, diversas tecnologias já foram criadas para tentar reduzir as emissões de GEE (Gases de Efeito Estufa), umas bem sucedidas, outras não. E uma delas e pode-se dizer a que mais está na moda atualmente, é a de Captura e Armazenamento no Oceano.

Esta Tecnologia consiste em separar o Dióxido de Carbono do Petróleo assim que ele é retirado do poço, antes de ser queimado, a chamada pré-combustão, assim o CO2 não estará presente na atmosfera quando o Petróleo for queimado. O CO2 então é reinjetado numa espécie de saco nas planícies abissais feitos de polímero. Segundo estudo da Revista Nature, o CO2 então acabaria sendo dissolvido em grande quantidade na água, minimizando assim os seus efeitos na atmosfera.

A Tecnologia ainda não é 100% confiavam e existem algumas críticas, dentre elas seria o vazamento desse gás em grande quantidade na água, prejudicando assim o ecossistema.

Para exemplificar esta Tecnologia, segue abaixo um vídeo muito interessante da StatoilHydro, no qual mostra como funciona este sistema (inglês)




Se você quiser se aprofundar mais no assunto, segue abaixo ótimos artigos sobre o mesmo:

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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Produção mundial de petróleo atingirá pico em 20 anos

Relatório divulgado nesta quinta-feira por um "think tank" britânico prevê que a produção de petróleo atingirá seu pico dentro de 20 anos e, a partir de então, entrará em um declínio que nem as recentes ou futuras descobertas serão capazes de reverter.
Para simplesmente manter o atual nível de produção e consumo, de cerca de 30 bilhões de barris por ano, seria preciso que a cada três anos uma Arábia Saudita - o maior produtor mundial do combustível -- entrasse na linha de produção.
Para efeito de comparação, estima-se que a camada pré-sal do Brasil contenha entre 50 bilhões e 80 bilhões de barris.
A pesquisa do UK Energy Research Council destaca que, embora existam 70 mil campos de petróleo no mundo, apenas 500 respondem por dois terços das reservas.
"A maior parte da produção vem de um pequeno número de grandes campos. A maioria deles foi descoberta há muitos anos ou décadas atrás, em dois terços deles a produção já está em declínio, outros entrarão em declínio nos próximos anos, e isso terá de ser substituído por novas descobertas ou projetos que normalmente estão em campos menores", explicou à BBC Brasil o principal autor do estudo, Steve Sorrell.
"E mesmo se são grandes, como Tupi, no Brasil, estão em locais de difícil acesso e caros de explorar. Ainda que sejamos otimistas em relação às reservas do mundo, a geologia coloca restrições em relação ao que é possível extrair."
A taxa de declínio de produção em campos que já passaram de seu pico - justamente os que concentram o grosso da produção mundial - é em média de pelo menos 6,5% ao ano, diz o estudo.

Alternativa

Os pesquisadores estimam que a produção atingirá o teto até 2030, mas que existe um "risco significativo" de que o pico se dê dez antes, em 2020.
A esse passo, mais de dois terços da capacidade atual de produção precisariam ser substituídos nas próximas duas décadas apenas para evitar uma queda na oferta.
Diante deste cenário, o estudo critica o que chama de "lentidão" e "pouca preocupação" por parte de governos em agir.
Sorrell argumenta que, ainda que o mundo esteja avançando em tecnologias alternativas, como eólica e solar, estas fontes não necessariamente substituem o petróleo, cuja utilização está concentrada no setor de transportes.
"Há alternativas, como o plano europeu de aumentar a eficiência dos veículos, o uso de veículos elétricos, uso de transporte público e eficiência do transporte público", disse Sorrell.
"Mas o petróleo responde por 30% da energia do mundo e se estamos pensando em substitui-lo com fontes alternativas, isso levará décadas."

Volatilidade

Sobre o uso de biocombustíveis líquidos como alternativa ao petróleo, o pesquisador se disse "cético" em relação à possibilidade de que esta seja uma "alternativa global".
"Há limites em relação à fonte desses recursos e à concorrência com a produção de alimentos. Precisamos de alimentos para atender a uma população que cresce", disse.
Para ele, "os biocombustíveis terão um papel importante, especialmente no Brasil, mas menos nos Estados Unidos, onde a produção é cara e compete com a produção de alimentos".
Na opinião do especialista, o mundo não apenas entrará em uma fase de petróleo "caro" e de "exploração demorada", como também "volátil".
"Hoje, o barril está custando US$ 70 e estamos no meio da maior recessão mundial desde a Segunda Guerra", argumenta."Quando, e se, a demanda voltar a se aquecer, esperamos que os preços voltem a subir, porque justamente a recessão fez com que muitos projetos fossem cancelados ou adiados e são necessários muitos anos para extrair petróleo dos campos. Isso em si é um problema, porque desencoraja projetos e investimentos."

Fonte: Instrutor André Costa



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terça-feira, 22 de setembro de 2009

A evolução da indústria Petroquímica Brasileira


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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Necessidade do Mercado nas áreas de Óleo, Gás e Bio Combustíveis

Esse arquivo dá uma análise do mercado de petróleo e gás como no sentido global, abordando produção, distribuição energética, importação, exportação, enfim. Gráficos e Estatísticas relacionadas a essa área. Ideal para futuros trabalhos em sua faculdade, curso, pós-graduação, ou até mesmo para conhecimento geral.




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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Pré-sal: O falso nacionalismo do governo Lula

Por Wladmir Coelho
Mestre em Direito e Historiador
Política Econômica do Petróleo


Desde o anúncio oficial da descoberta do campo de Tupi em 2007 o governo promete ao povo brasileiro transformar o nosso país na terra prometida utilizando para este fim o poder econômico concedido pelo petróleo. Para concretizar este novo tempo de fartura o presidente Lula encarregou os ministérios chefiados por Dilma Rousseff e Lobão de elaborarem a nova legislação para tornar realidade suas palavras proféticas. Deste modo os obedientes ministros reuniram os sábios disponíveis e trancaram-se nos templos de Brasília durante dois anos decifrando os diferentes sinais considerados, por eles, divinos e emitindo outros para testar a reação das ruas.

Nestes dois anos de clausura os ministros apresentaram diferentes versões dos mesmos sinais primeiro acusando a Petrobrás de inimiga da pátria, uma espécie de quinta coluna, cujo controle estaria em mãos estrangeiras tornando necessária a criação de uma nova empresa para controlar o petróleo do pré-sal tirando de cena a empresa traidora. Coube ao presidente da ANP, Haroldo Lima, divulgar esta profecia e para tentar concretizá-la decretou, através dos jornais, o surgimento de um novo tempo para o setor petrolífero no qual não havia espaço para os oligopólios internacionais reduzidos a peças de museu. Este ensaio de mandamento chegou a ser repetido por estudantes (chefiados por Haroldo Lima?) e certa liderança estudantil afirmou ter a Petrobrás cumprido o seu papel histórico, agora era o momento de aposentar o modelo, concluía.

Apesar do esforço do governo, ANP e seus liderados a população não aceitou a satanização da Petrobrás criando um novo problema para o governo, pois era preciso criar os mandamentos do pré-sal afinal os sinais eram claros e diariamente os sábios do Planalto traduziam, para o português, novas exigências “divinas”. A estratégia de satanizar a empresa nacional de petróleo também gerou questionamentos e muitos passaram a suspeitar da qualidade ou mesmo da origem dos sinais recebidos nos gabinetes de Brasília.

A solução encontrada foi substituir o discurso anti-Petrobrás por sua defesa e para este fim recebem uma ajudazinha do PSDB/DEM desejosos por criar mais uma CPI de holofotes fato oficialmente condenado pelo governo, mas aprovado com votos de sua base. Concluída com sucesso a estratégia os governistas apresentaram um novo rosto e diziam-se agora defensores dos interesses nacionais e assim resgataram a frase “o petróleo é nosso”, movimentaram os liderados da ANP (estes, certamente em nome da revolução, rapidamente mudaram o discurso do fim da história.) e inundaram os jornais com frases de efeito. Isso para o público, pois internamente continuavam elaborando um plano de acordo com os sinais – agora sabemos – nada divinos.

Apesar do barulho na imprensa o trabalho dos sábios continuava em segredo e, regularmente, membros do governo viajavam aos Estados Unidos para discutir o tema enquanto no Brasil divulgavam-se notas desconexas e contraditórias para confundir a população quanto as verdadeiras intenções palacianas. Quando finalmente a proposta para o pré-sal foi levada ao presidente Lula constatou-se, diante das concessões aos oligopólios internacionais do petróleo, a necessidade de cercar o seu anuncio de forte publicidade oficial e recorrer à tradicional legitimação do PSDB/DEM através do desgastado discurso fundamentalista liberal repetidos por estes partidos.

O documento governamental precisa mesmo de muito apoio publicitário, pois nasceu contraditório afirmando que o atual marco regulatório foi “fundamentado nas premissas que levaram à promulgação da Emenda Constitucional nº 9, de 1995.” E continua: “O referido marco legal foi concebido a contemplar as condições vigentes naquela época.” Observe que o governo condena, inicialmente, a citada emenda entendo sua motivação como ultrapassada, mas não encaminha uma proposta de reforma constitucional e sim altera pontos da legislação (lei 9478/97) criada a partir da reforma de 1995.

Descontado todo esforço mediático e após dois anos de mistério o governo, na realidade, encaminhou ao Congresso um projeto de reforma da lei 9478/97 adaptando esta a nova fase do liberalismo internacional pós-crise no qual o Estado é utilizado não somente para abrir o mercado através das privatizações, mas financia, com dinheiro do povo, diretamente os grupos econômicos. Neste modelo o papel da Petrobrás fica evidente quando recebe a condição de operadora, ou seja, controlando somente 30% da participação nos blocos será “responsável pela condução e execução, direta ou indireta, de todas as atividades de exploração, avaliação, desenvolvimento, produção e desativação das instalações de exploração e produção”. As outras empresas – e quantas apresentam condições de atuar no pré-sal? – formam um consórcio ganham o leilão pegam o petróleo e vendem como bem entender sem risco, pois o gasto maior ficou com a Petrobrás.

Outro ponto apresentado como aumento da presença do Estado no setor petrolífero encontra-se na criação de um novo modelo de contrato erroneamente chamado de partilha da produção. Nesta modalidade vencerá o leilão a empresa que destinar a maior quantidade de petróleo à União, entretanto esta “maior quantidade” não tem um piso determinado e fica ao critério da empresa transferindo para a iniciativa privada – e neste caso aos oligopólios internacionais – a quantidade de óleo em poder do Estado brasileiro e, por conseqüência, o desenvolvimento das políticas sociais associadas à utilização do poder econômico resultante de sua comercialização.

O governo do México – que busca desesperadamente uma forma diminuir a importância da oficial PEMEX - anunciou a disposição de adotar o agora modelo brasileiro o presidente da Galp elogiou o marco regulatório do pré-sal afirmando que este oferecerá a independência energética de Portugal, José Sérgio Gabrielle afirma no Valor Econômico que os 30% da Petrobrás podem não remunerar a empresa de forma suficiente e ainda consideram estatizante a proposta do governo para o petróleo do pré-sal.

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quarta-feira, 27 de maio de 2009

Entendendo a formação de preços de Petróleo no mercado internacional

Acho que essa é uma dúvida que todos tem, ou pelo menos já tiveram. Pois se existe algo inconstante nesse mundo atual é o preço do Petróleo, eles sofre variações diárias e as vezes até variações que geram repercussão no mundo inteiro como tivemos a pouco tempo. 
Por isso, para efeito de conhecimento e conhecimento geral dispobinilizo para vocês esse artigo muito interessante que acabará com suas dúvidas.

Segue abaixo um trecho deste artigo e logo após o link para downoload.

[...] Para analisarmos a formação de preço dos petróleos no mercado internacional é necessário investigar-se o processo de formação do preço dos petróleos de referência. Petróleos utilizados como "benchmarkers" devem ser comercializados com freqüência num mercado transparente e acessível a um número grande de participantes. O mercado destes petróleos deve também ser razoavelmente líquido, ou seja, compradores e vendedores devem poder executar rapidamente a transação desejada. Os preços dos petróleos de referência são formados no seio de mercados que apresentam características que os distanciam do mercado de concorrência perfeita, o qual deve satisfazer algumas condições: ter grande número de participantes; ter informações disponíveis para todos os agentes; permitir arbitragem geográfica e temporal. [...]

 

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