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terça-feira, 8 de julho de 2008

Entenda as diferenças entre petróleos Brent e WTI

O preço do barril de petróleo voltou a ser a principal preocupação do mercado financeiro. Com o agravamento da crise no Oriente Médio, há o risco de um novo choque, o que faria o preço da gasolina disparar no Brasil, trazendo mais inflação.

Nas cotações, existem geralmente na imprensa duas referências sobre tipos do barril: WTI e Brent. Há ainda o barril de Dubai, menos conhecido como preço de referência.
Este diferencial de preço reflete basicamente as diferenças de qualidade e de custos de refino e transporte do petróleo.

WTI

• É a sigla de West Texas Intermediate. A região do West Texas concentra a exploração de petróleo nos EUA.
• É negociado em Nova York
• Serve de referência para os mercados de derivados dos EUA
• Tecnicamente, é um petróleo com grau API entre 38º e 40º e teor de enxofre de 0,3%, cuja cotação diária no mercado spotreflete o preço dos barris entregues em Cushing, Oklahoma, nos EUA
Glossário

Grau API é uma escala utilizada para medir a densidade relativa de líquidos. A escala API varia inversamente com a densidade relativa, isto é, quanto maior a densidade relativa, menor o grau API.

Mercado spot é a cotação de curto prazo e flutuante, em contraste com as cotações acordadas em contratos de fornecimento de médio e longo prazos.

Brent

• Refere-se ao óleo produzido no mar do Norte (Europa)
• É negociado em Londres
• Serve de referência para os mercados de derivados da Europa e Ásia
• Tecnicamente, é uma mistura de petróleos produzidos no mar do Norte, oriundos dos sistemas petrolíferos Brent e Ninian, com grau API de 39,4º e teor de enxofre de 0,34%.
• A cotação Brent é publicada diariamente pela Platt's Crude Oil Marketwire, que reflete o preço de cargas físicas do petróleo Brent embarcadas de 7 a 17 dias após a data de fechamento do negócio, no terminal de Sullom Voe, na Inglaterra.
• Brent era o nome de uma antiga plataforma de petróleo (Brent Spar)da Shell no mar do Norte

Mais dúvidas, envie-nos um e-mail, que vamos tentar tirá-las.
victor.tecnopeg@gmail.com

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Glossário do Petróleo

Para aqueles que querem familiarizar-se com a Indústria do Petróleo, eis um glossário com alguns termos mais utilizados na nossa indústria.

I - Petróleo: todo e qualquer hidrocarboneto líquido em seu estado natural, a exemplo do óleo cru e condensado;

II - Gás Natural ou Gás: todo hidrocarboneto que permaneça em estado gasoso nas condições atmosféricas normais, extraído diretamente a partir de reservatórios petrolíferos ou gaseíferos, incluindo gases úmidos, secos, residuais e gases raros;

III - Derivados de Petróleo: produtos decorrentes da transformação do petróleo;

IV - Derivados Básicos: principais derivados de petróleo, referidos no art. 177 da Constituição Federal, a serem classificados pela Agência Nacional do Petróleo;

V - Refino ou Refinação: conjunto de processos destinados a transformar o petróleo em derivados de petróleo;

VI - Tratamento ou Processamento de Gás Natural: conjunto de operações destinadas a permitir o seu transporte, distribuição e utilização;

VII - Transporte: movimentação de petróleo e seus derivados ou gás natural em meio ou percurso considerado de interesse geral;

VIII - Transferência: movimentação de petróleo, derivados ou gás natural em meio ou percurso considerado de interesse específico e exclusivo do proprietário ou explorador das facilidades;

IX - Bacia Sedimentar: depressão da crosta terrestre, onde se acumulam rochas sedimentares que podem ser portadoras de petróleo ou gás, associados ou não;

X - Reservatório ou Depósito: configuração geológica dotada de propriedades específicas, armazenadora de petróleo ou gás, associados ou não;

XI - Jazida: reservatório ou depósito já identificado e possível de ser posto em produção;

XII - Prospecto: feição geológica mapeada como resultado de estudos geofísicos e de interpretação geológica, que justificam a perfuração de poços exploratórios para a localização de petróleo ou gás natural;

XIII - Bloco: parte de uma bacia sedimentar, formada por um prisma vertical de profundidade indeterminada, com superfície poligonal definida pelas coordenadas geográficas de seus vértices, onde são desenvolvidas atividades de exploração ou produção de petróleo e gás natural;

XIV - Campo de Petróleo ou de Gás Natural: área produtora de petróleo ou gás natural, a partir de um reservatório contínuo ou de mais de um reservatório, a profundidades variáveis, abrangendo instalações e equipamentos destinados à produção;

XV -
Pesquisa ou Exploração: conjunto de operações ou atividades destinadas a avaliar áreas, objetivando a descoberta e a identificação de jazidas de petróleo ou gás natural;

XVI - Lavra ou Produção: conjunto de operações coordenadas de extração de petróleo ou gás natural de uma jazida e de preparo para sua movimentação;

XVII - Desenvolvimento: conjunto de operações e investimentos destinados a viabilizar as atividades de produção de um campo de petróleo ou gás;

XVIII - Descoberta Comercial: descoberta de petróleo ou gás natural em condições que, a preços de mercado, tornem possível o retorno dos investimentos no desenvolvimento e na produção;

XIX - Indústria do Petróleo: conjunto de atividades econômicas relacionadas com a exploração, desenvolvimento, produção, refino, processamento, transporte, importação e exportação de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos e seus derivados;

XX - Distribuição: atividade de comercialização por atacado com a rede varejista ou com grandes consumidores de combustíveis, lubrificantes, asfaltos e gás liquefeito envasado, exercidas por empresas especializadas, na forma das leis e regulamentos aplicáveis;

XXI - Revenda: atividades de venda a varejo de combustíveis, lubrificantes e gás liquefeito envasado, exercidas por postos de serviços ou revendedores, na forma das leis e regulamentos aplicáveis;

XXII - Distribuição de Gás Canalizado: serviços locais de comercialização de gás canalizado, junto aos usuários finais, explorados com exclusividade pelos Estados, diretamente ou mediante concessão, nos termos do § 2º do art. 25 da Constituição Federal.

XXIII - Estocagem de Gás Natural: armazenamento de gás natural em reservatórios próprios, formações naturais ou artificiais.

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segunda-feira, 7 de julho de 2008

A FUNÇÃO DOS MINERAIS INDUSTRIAIS COMPONENTES DA LAMA DE PERFURAÇÃO DE POÇOS

Clique aqui para baixar

INTRODUÇÃO

A perfuração de poços é realizada desde tempos remotos com a finalidade de encontrar água. A busca intensiva por petróleo começou no Século 19 com a industrialização e, conseqüente, aumento da demanda mundial por derivados de petróleo. Inicialmente, os poços eram perfurados por métodos à percussão, em baixa profundidade e com o uso de água ou suspensões formadas com argilas locais, como fluidos de perfuração. Com o desenvolvimento tecnológico, os poços passaram a ser abertos por equipamentos rotativos, em profundidades extremamente elevadas e utilizando fluidos cada vez mais complexos.
O engenheiro francês Flauville, em 1833, ao encontrar um aquífero na perfuração de um poço, percebeu que a água, ao jorrar, poderia transportar para fora do poço os detritos resultantes da perfuração. Essa observação deu início ao uso da água como fluido de circulação na perfuração de poços (http://www.slb.com). A literatura registra que o uso de aditivos, como tentativa de controlar as propriedades de um fluido de perfuração, ocorreu pela primeira vez no ano de 1921. Na década de cinqüenta existiam cerca de meia dúzia de produtos para fluido de perfuração, hoje há em torno de 1400 (DARLEY e GRAY, 1988).
Os fluidos de perfuração foram ganhando importância à medida que os poços se tornavam mais profundos. Considera-se que, tanto do ponto de vista técnico como do econômico, o sucesso da perfuração de um poço depende fortemente da composição do fluido e dos cuidados para a manutenção de suas propriedades durante a perfuração.
A composição desses fluidos inclui alguns minerais industriais cujo tipo e quantidade usada depende das características do poço. Dessa forma, os insumos minerais têm uma importância significativa na indústria do petróleo, onde além de entrarem na formulação do fluido de perfuração e completação de poços de petróleo e gás, são também utilizados na recuperação secundária e na etapa de refino do petróleo.
O consumo dos minerais industriais na indústria de Petróleo no Brasil tem se mantido praticamente inalterado nos últimos anos. No entanto, com a quebra do monopólio do petróleo no País e a entrada de empresas privadas para o setor, espera-se que nos próximos anos haja um aumento de investimentos na exploração e produção de petróleo, o que certamente aumentará a demanda por esses insumos minerais.
No Brasil, a produção dos minerais industriais está a cargo de pequenos e médios mineradores que, via de regra, não dispõem de meios para desenvolver projetos de pesquisa que resultem na melhoria de processos e de produtos ou introduzir controle de qualidade nos seus processos de produção (FERNANDES, 1997). Observa-se, na Figura 1, que uma parte considerável desses depósitos de minerais industriais, principalmente aqueles voltados para a indústria do Petróleo, encontram-se na região Nordeste.

Créditos:

Adão Benvindo da Luz
Engº. de Minas, D.Sc.
Carlos Adolpho Magalhães Baltar
Engº. de Minas, D.Sc.

Arquivo encontrado no Google.

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EM BREVE CONTEÚDOS MAIS ESPECÍFICOS.

Boa tarde a todos!

Em breve estarei colocando arquivos relacionados diretamente à cadeia do Petróleo, tais como: perfuração, refino, produção etc. para ajudá-los a entender melhor sobre a cadeia do petróleo. O que tem acontecido é que esses conteúdos demoram mais tempo para preparar, só que semana passada e essa semana eu tenho ficado muito atarefado no meu trabalho, então tem sido difícil preparar esses materiais. Mas já tenho alguns em meu computador.

O mais rápido possível estarei disponibilizando para vocês leitores do nosso blog!

Mais uma vez obrigado.

Obs.: Se vocês puderem ajudar indicando sites, mandando-nos arquivos que possa acrescentar ainda mais ao nosso blog, agradecerei muito.

Mande para nosso e-mail: victor.tecnopeg@gmail.com , colocarei os créditos de quem mandou!

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Treinamento não pode ser visto como custo

Matéria feita pela Revista TN Petróleo que fala sobre a importância do Treinamento para as empresas.



Clique AQUI para baixar

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Coleção Você S/A - Trabalho em Equipe

De vital importância nos dias de hoje, saber trabalhar em equipe é um ponto a mais na sua carreira. Aquele profissional que domina essa técnica, está a frente dos concorrentes. As revistas especializadas sempre frisam essa qualidade quando referem-se às qualidades do profissional que o mercado está precisando, recomendo esta leitura para aqueles que querem aprender e crescer um pouco mais em sua carreira.



Para baixa, clique AQUI

contato: victor.tecnopeg@gmail.com

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Grandes projetos vão garantir recorde de empregos no Rio

Fonte: nicomexnotícias.com.br

A previsão da Secretaria de Trabalho e Renda é o estabelecimento este ano de novo recorde de criação de novos postos de trabalho no Estado do Rio, em função da implantação de grandes empreendimentos como o Arco Metropolitano, as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, e do aumento no número de empregados nas obras da fase final de construção da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), na Zona Oeste carioca. No ano passado, o estado obteve o recorde histórico de 144 mil novos empregos.

O Rio receberá até o ano de 2012 altos investimentos. Além da exploração e refino de petróleo e gás, o estado receberá incentivos pra as empresas do setor de siderurgia, logística, energia nuclear e as ligadas ao PAC social. O petróleo é uma alavanca da economia fluminense, com uma cadeia enorme de empresas e fornecedores, mas outros setores da economia apostam na transformação do estado, como é o caso da siderurgia, com o início de operação da CSA/ThysenKrupp, e de outros empreendimentos de grande vulto, como o Porto do Açu, o Comperj, o Arco Metropolitano e Angra 3.

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BRASIL É FOCO DE ATENÇÃO MUNDIAL



Fonte: nicomexnotícias.com.br

Tupi, Carioca, Santos. Diante da perspectiva do fim da era da energia barata, esses nomes se tornaram focos de atenção para americanos, europeus e asiáticos. Na semana que passou, os maiores líderes do setor se reuniram em Madri no Congresso Mundial do Petróleo, para debater o futuro da energia. Com a previsão de que descobertas serão cada vez mais raras, as novas reservas brasileiras oscilam entre admiração e esperança e a incerteza sobre qual será o rumo que o país tomará diante de suas novas riquezas. Nos corredores e salas de imprensa, o presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, foi obrigado a responder uma dezena de vezes que não sabe ainda qual o volume de petróleo dessas reservas.

Representantes do governo da Holanda insinuaram que as grandes empresas já teriam feito seus cálculos e, de fato, o potencial seria enorme. O próprio presidente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Chakib Khalil, deixou claro que se trata de algo expressivo, que pode mudar a geografia da exploração no mundo. As descobertas no Brasil ainda ocorrem em um momento em que as projeções apontam que demanda vai continuar crescendo acima da oferta. "Não há problema de falta de petróleo. Temos isso por pelo menos 50 anos sem nenhum problema", afirmou Khalil. "Mas o problema é a produção."

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